Bêbedos do mundo, uni-vos numa carreira parlamentar!


Esta Glória Araújo não só trabalha na comissão de ética como vai invocar imunidade parlamentar quando foi apanhada em flagrante delito com esta quantidade estúpida de álcool no sangue. Bravo. Ou seja, concluo que se quiser conduzir na estrada completamente intoxicada, a solução é ser deputada que nada me acontece.

Deve ser fixe ser intocável, tipo deus.


Comments

  1. Bem eu não devo andar a ler as mesmas notícias que tu mulher. Lá por ela invocar imunidade parlamentar isso não quer dizer nada, já foi feito um pedido à AR para levantar a imunidade o que segundo os especialistas é provável que aconteça. Se não acontecer o processo suspende e tem de se esperar pelo cessar das funções da senhora, mas acho que não vai ser preciso ir tão longe. Ser deputado não é estar imune de qualquer coisa, por amor da santa, na verdade a partir de crimes com uma moldura penal de 3 anos para cima a imunidade vai logo abaixo (pelo menos quanto aos deputados). A imunidade existe no sentido dos deputados não deixarem de dizer aquilo que pensam só pelo medo das sequelas, mas claramente que não para estes casos.

    Beijinhos

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    1. Olá, Pi!
      A questão não é a pertinência da imunidade parlamentar, que existe, e bem, para proteger os deputados de situações como essas. No entanto, a imunidade ainda não foi pedida para ser levantada, como podes ver aqui: http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2983885 A não ser que estejamos mesmo a ler coisas diferentes e entretanto já tenha sido submetido um pedido.
      E quando a imunidade abrange estes casos graves mas que mesmo assim estão abrangidos porque não chegam aos 3 anos de pena, questiono-me porque não são mais céleres a levantá-la ou mesmo porque não há excepções já presentes na lei que obriguem a um levantamento automático. É que claramente não se trata de um caso de liberdade de expressão. E sendo a deputada em questão membro da Comissão de Ética, não se deveria já ter chegado à frente para assumir a responsabilidade de um acto criminoso como é conduzir com 2,41 g/l álcool no sangue? É que se fosse um cidadão comum, não se esperava que alguém pedisse o levantamento de imunidades, era automaticamente processado. Casos destes fazem-me pensar se não haverá abusos da imunidade parlamentar mais frequentes e se determinadas pessoas não cometerão determinados crimes (como conduzir com tanto álcool no sangue) porque de certa maneira se abrigam nestas leis e na morosidade dos processos. E até que ponto é que uma pessoa com comportamentos de risco como este deverá ser parte integrante de Comissões de Ética Parlamentares.
      Bjo

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  2. Falaram que ela poderia deixar de cumprir as suas funções e que iria cumprir um ano de prisão acho eu, mas volta e meia acaba por nada lhe acontecer, como costume..a justiça que temos xD

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    1. vamos aguardar para ver o que acontece... para a semana se calhar já ninguém se lembra disto e cai no esquecimento, ou fazem barulho o suficiente para que alguma coisa lhe aconteça

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  3. E ainda se conseguiu enfiar dentro do carro e dar à chave!!! Ah valente!!! Effin' crazy essa gaja! Mas, desculpem lá a senhora, que ela depois do 2g/l já nem se lembrava do nome quanto mais da profissão...!!

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    1. eu com esse álcool todo tinham de me ir buscar a uma casa de fados porque passava a noite toda a cantar para o pessoal. mas é um bom álibi esse: "estava tão bezana que até me esqueci que era deputada e trabalhava na comissão de ética" e no dia seguinte, já a curtir a ressaca "ora vamos lá activar a impunidade... desculpem, imunidade parlamentar!..." agora o ministério público já lhe vai no encalço, vamos ver como a menina (senhora, já que estava a celebrar o 37º aniversário!) reage. é que nestes casos nem se deveria por em questão se eram mais ou menos 3 anos. não se aplicava a imunidade e pronto. passava a ser chamada de "imunidadezinha só para não te armares em chica-esperta e pensares que és melhor do que os outros cidadãos".

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  4. Só me apetece partir para a violência...

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